Último Álbum

Confira um dos últimos álbuns da banda Blindagem. Clique no álbum para seguir até sua página.

banner
GREATEST HITS
0
  • No products in the cart.
0
  • No products in the cart.

Cara & Coroa

Artistas: Alberto Rodriguez, Ivo Rodrigues, Paulo Juk, Paulo Teixeira, Ruben Pato Romero
Gravadoras: Polygram, Sonopress
Lançamento: 1987
Gênero: Rock

Disponível em

Músicas

1. Não, Não, Não Comprar
2. Além do Silêncio Comprar
3. Igual A Mim Comprar
4. Sombras da Noite Comprar
5. Gente Fina Comprar
6. Lá Vai O Trem Comprar
7. Se Eu Tivesse Comprar
8. O Homem e A Natureza Comprar
9. Adeus Sete Quedas Comprar

Letras

Não, Não, Não

Hoje você é quem manda
E diz o que devo fazer
Hoje eu ando a passo curto
Cuidando pra sobreviver
Tudo, tudo mudaria
Tantas idéias para nascer
Se o mundo acordar
E a gente se mexer
Mas um novo tempo vem vindo
Posso sentir vibrações
Amanhã eu quero ver um novo sol nascer
Pra iluminar você

Não às cabeças fechadas
Não às idéias furadas
Ninguém vai me proibir de querer viver
E acreditar em você

Não aceito mais desculpas
Tá na hora de mudar e lutar
Mãos amarradas, não consigo
Eu quero ver você sentir
Que um novo tempo vem vindo
Já posso sentir vibrações
Amanhã eu quero ver um novo sol nascer
Pra iluminar você

Não às cabeças fechadas
Não às idéias furadas
Ninguém vai me proibir de querer viver
E acreditar em você

Além do Silêncio

Não quero esconder
Nada de você

Entenda o silêncio
Como parte do meu ser

Tente descobrir
O que me faz sorrir
Além de você comigo
Além de ser seu amigo

Sem você fica vazio
O azul do céu
Com você a minha vida
É bem melhor, é bem melhor

Se o mundo não presta
Nada mais me resta
Mas gostar mais de você
Te amar e te querer

Cada vez mais você
Cada vez mais só você
Cada vez mais você
Cada vez mais só você

Igual A Mim

Você é igual a mim
Eu sou igual a você
Ninguém vai me prender
Nem vai prender você

Eu gosto de andar por aí à vontade
Sair pela rua com minha liberdade
Eu tento, eu tento mas não consigo
No filme da cidade sempre
Sou mais um bandido

(refrão)

Se eu quero fumar mais um cigarro
Ou então com meu caso
Transar no meu carro
A gata é família, me deixa na minha
Só veio comigo pra massagem na espinha

(refrão)

Dentro do ônibus eu vejo um assalto
Aprendi a viver de braços pro alto
Não interessa eu sou igual a você
Você precisa roubar pra comer

Sombras da Noite

As sombras da noite
Não me deixam ver
A cor de você

E não interessa
Se vão nos ver
A cor de você

A cor de seus olhos
Brilhando no escuro
Esquenta meu sangue
E me faz sofrer
As sombras da noite
Me permitem ver
Que não existe diferença
Entre eu e você

Gente Fina

Numa cidade tão fria assim
Penso que nem vale a pena se preocupar
Numa cidade tão pequena assim
Penso que nem vale a pena se preocupar
Ou se deixar levar
Por essa gente que mente

Cabeças tão fechadas
Pessoas limitadas
Todas copiadas, uhh imitadas
Todas copiadas, uhh imitadas

Sou, o que sou e assim eu vou
Com a cara e a coragem
Sigo minha viagem, sem parar
Sem pensar, sem olhar, sem, sem, sem

Não, não, não, não olhe pro lado
Pra saber quem, quem é o errado
Nestes duros caminhos
Só procure os carinhos
Nestes duros caminhos
Só procure os carinhos
Que te dão forças pra
Continuar, continuar
Continuar, continuar

Lá Vai O Trem

Uh uh lá vai o trem

Lá vai o trem
Furando montanhas
Seguindo um caminho
De sonho e coragem
(Lá vai o trem)

Lá vai o trem
Beijando a natureza
Mostrando a beleza
Da Serra do Mar
(Lá vai o trem)

Uh uh lá vai o trem

Lá vai o trem
Levando sobre os trilhos
O fruto do trabalho
Do homem da terra
(Lá vai o trem)


Curitiba é o ponto de partida
E até Paranaguá você vai ter muito prazer
Bolinho da Graxa, Véu da Noiva, Marumbi
Beleza como esta você só encontra aqui

Uh uh lá vai o trem

Lá vem o trem
Vestido de gala
No meio da floresta
Fazendo uma festa
(Lá vai o trem)

Lá vai o trem
São anos de glória
Fazendo história no Paraná
(Lá vai o trem)

Se Eu Tivesse

Quando a noite chega
E as estrelas lembram o teu olhar
São as luzes dos meus sonhos
Que voltam a esvoaçar

Se eu tivesse o teu olhar
Poderia ver a luz
E nada mais faria
Só pra ti vivia
Mesmo que o mundo pare
De girar

Quando a noite chega
E as estrelas lembram o teu olhar
São as luzes dos meus sonhos
Que voltam a esvoaçar

Se eu tivesse o teu olhar
Poderia ver a luz
E nada mais faria
Só pra ti vivia
Mesmo que o mundo pare
De girar

O Homem e A Natureza

Qualquer dia, a natureza
Com toda certeza há de reclamar
Com razão, a atitude do homem
Na terra com os rios
E os peixes do mar

As matas ardem em
Grandes queimadas
Construindo estradas que
Nos levarão, a nada
Eu sinto pena da passarinhada
E dos índios que
Não podem lutar

E no futuro
Quando uma criança
O ar puro quiser respirar
Vai sentir que onde era floresta
É só fumaça parada no ar

E quando penso
Me dá uma tristeza
Em saber que não posso voltar
Quando ouço o barulho
Da chuva, sinto
Saudades daquele lugar

Adeus Sete Quedas

Deus na sua infinita imprevidência
Deu ao homem uma pá de inteligência
É... mas não lhe deu prudência

E o homem sangrou a Terra
Furou os montes
Perfurou espaços
Assassinou florestas
E por não ser Deus
Não descansou no Sétimo Dia

E o homem no Sétimo Dia
Aplainou Sete Quedas
Escondeu o grito de revolta
Das águas tombando milênios
Com a cera do concreto
Ensurdeceu ouvidos
Dos mortos que guardam
O canto das sereias
Se banhando no Guairá

Adeus Sete Quedas, adeus Guairá
Teu canto de agonia, meu filho não ouvirá

Sobre o Álbum

Uma parceria entre Roberto Menescal e a PolyGram, a Blindagem lança alguns sucessos, como: “Além do Silêncio” que culmina no trabalho “Cara & Coroa”, LP lançado em 1987.